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Próximo às áreas
onde batem as ondas, há normalmente, maior quantidade de fauna
marinha do que nos lugares protegidos e banhados por águas serenas.
É fácil entender motivo. Existem sempre mais vida onde há maior
oxigenação.
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Se a correnteza
chega contra uma "parede" e "sobe", esfregue as mão e parta para
ação! Ali, a quantidade de nutrientes é maior e, portanto, os
animais são mais numerosos. Esta lógica vale para todos os seres:
onde há mais comida, também há mais candidatos à freqüência.
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Responda rápido.
Onde há mais fauna: nas pontas ou nas enseadas ? Se você cravou
coluna 1, parabéns. É nas pontas, afinal, que existe mais oxigenação.
Mas se você procura por animais mais "calmos", prefira as enseadas.
Lá estarão lagostas, polvos e robalos, entre outros bichos.
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Procure pela divisa
entre as pedras e a areia. Essas "quebradas" são o endereço predileto
de lagostas e badejos. Peixes de passagem também dão as caras:
olhetes, olhos-de-boi, anchovas e xaréus. No começo da areia,
você poderá encontrar, ainda, linguados deitados como se estivessem
na praia, tomando aquele banho de sol.
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No litoral sul
do país, a corrente que presenteia os caçadores com águas limpas
costuma aparecer com ventos do quadrante sul. A dica: nesta situação,
procure a ponta sul de qualquer ilha. Ali, haverá mais animais
marinhos, por ser área mais abonada em micronutrientes.
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Os peixes de passagem
apreciam as proximidades da divisa da zona de areia com as pedras.
Mas há um outro endereço onde você também poderá encontrá-los
com freqüência: nos cabeços. Cabeços ?!?! Sim, é isso ai. São
aquelas pedras de fundo mais altas do que compridas. Elas servem
de orientação para os peixes de passagem.
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Um parcel (Ribuleira),
a rigor, é aquele agrupamento de pedras que não afloram. Se você
encontrar um lugar assim e, ainda melhor, isolado - fique frio
e comemore. Vale sempre a pena mergulhar neste tipo de formação.
Os parcéis (Ribuleiras) têm como fiéis inquilinos diversas espécies
de peixes.
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Esta dica você
provavelmente você já conhece. Mas nunca é demais lembrar: Lugares
onde, artificialmente, foram criadas "moradas" submarinas, costumam
atrair muitos seres marinhos. Incluem-se ai embarcações afundadas,
piers, plataformas de petróleo e emissários submarinos. Neste
último caso, reza o bom senso evitar a área de escoamento.
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Os peixes do litoral
brasileiro não são chegados em água muito fria. As exceções são
a tainha, a anchova e outros. A verdade é que, por detestarem
água abaixo dos 17 graus, os peixes ficam cabreiríssimos quando
ocorre o fenômeno da termoclima, que, em linhas gerais, se caracteriza
por temperaturas conflitantes: muito baixas no fundo do mar e
mais altas na faixa de cima. Quando isso acontece, eles sobem
para escapar do frio. Melhor para o caçador: quando encontra termoclima
aos; 12 m, por exemplo, ele saberá que a maior parte dos animais
avistáveis nessa região estarão acima dessa profundidade. Ai é
moleza. Até mesmo o praticante sem grande preparo físico encontrará
boas presas e fará um bom jantar.
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Não custa lembrar
que a época do ano tem importância fundamental no mergulho. Qual
a melhor ? Não se pode generalizar. Cada espécie de peixe tem
seu ciclo próprio e, além do mais, toda região apresenta suas
particularidades. 0 melhor é conversar com os pescadores e mergulhadores
do pedaço. Eles lhe darão o caminho das pedras. E dos parcéis
(Ribuleiras).
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Nas saídas de baias
e desembocaduras de rios, as Águas são mais turvas. Quando isso
ocorre devido à grande quantidade de nutrientes em suspensão,
então vale a pena mergulhar. Embora as condições de visibilidade
raras vezes ajudem, estes lugares costumam ser atraentes - para
os peixes e, claro, para o caçador. Atenção algumas vezes a Água
pode estar turva devido ao lançamento de material poluente. Então,
fuja.
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Os fundos de corais
são diferentes dos fundos de pedra também em relação aos seus
habitantes. Você poderá mergulhar por um longo tempo sem ver nenhum
dos chamados peixes esportivos. De repente, sem motivos aparentes,
haverá uma grande quantidade deles. Por isso, é melhor mergulhar
com quem conheça aquela área.
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Para os pescadores
de polvo, aqui vai um dica importante que facilitará seu trabalho.
Quando, por acaso, o polvo se desgarrar do bicheiro, a rigor,
é um pedaço de ferro torcido na ponta, parecido com um anzol gigante,
e agarrar-se ao seu corpo, não tente arranca-lo, procure a pedra
mais próxima e posicione-se próximo à ela, o polvo rapidamente
largará seu corpo e correrá para a pedra, agora é só fisgá-lo
de novo e bom apetite! OBS: Em muitos casos não há força que tire
um polvo de suas costas ou rosto, apenas para lembrar!
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Em caso de peixes
grande demais, perco meu equipamento? A resposta é obviamente...
Talvez!. Em caso de peixes grande, como exemplo arraia, atirá-se
no centro do triangulo formado entre os olhos e coluna vertebral.
Acertando o tiro neste local você tem 99% de chance de não perder
seu arpão, já que, quase sempre o peixe nem se mexe, morre instantaneamente.
Outro meio é, em um tiro de sorte, acertar a coluna vertebral
do peixe e impossibilita-lo de mexe-se, o que não acontece com
muita freqüência.
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