NADADEIRAS DE APNÉIA
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NADADEIRAS DE APNÉIA

O que comprar? Esta é a questão que muitas vezes se coloca, quando deparamos com várias nadadeiras de diversas marcas e que a partida são idênticas. Muitas vezes, será apenas uma questão de gosto pessoal, em outras situações pode ser mais do que isso. Tal como a máscara de mergulho que deve assentar perfeitamente na face do mergulhador, também as nadadeiras terão de ser bem calçadas e a medida. Não é aconselhável ter nadadeiras largas, pois parte da força que as suas pernas estão a transmitir a barbatana pode ser perdida, simplesmente pelo fato de o pé "dançar" dentro dela. Como os pontos de aplicação de força, estão constantemente a mudar, a fadiga das pernas pode surgir rapidamente. Por outro lado, ter nadadeiras apertadas pode ainda ser pior, não só nos tendões, que funcionam constrangidos, como nos pés, com a circulação a ficar deficiente e a provocar dores.

Para escolher o par de nadadeiras ideal, o melhor é levar as suas botas ou meias de mergulho e, na loja, experimentar os diversos tamanhos e, caso seja necessário, as diversas marcas. Hoje em dia, os "pés" de borracha das nadadeiras são construídos a partir de duas técnicas bem distintas. Uma, realiza-se através da vulcanização, onde na sua manufaturação podem ser adicionadas diversas durezas de borracha, a outra técnica, não É mais do que uma simples injeção de uma única borracha num molde. Como produto final destas duas técnicas, saem dois "pés" de borracha com características bem diferentes um do outro. Nas barbatanas vulcanizadas, a dureza da borracha varia em diversos pontos-chave. Isto é, macia e cômoda junto à boca onde entra o pé e no calcanhar, para facilitar o calçar e descalçar da respectiva nadadeiras. Mais duras nas longarinas, na sola do pé e numa faixa que atravessa o peito do pé. As nadadeiras de injeção são construídas numa única dureza de borracha. Esta é injetada para dentro de um molde, onde os pontos importantes de aplicação de forças ou de comodidade são resolvidos conforme a espessura. Nestas nadadeiras não se podem substituir as palas.


Os componentes das palas que equipam as nadadeiras são semelhantes, apenas variam o seu desenho e respectivo resultado final de propulsão. Para que a água seja convenientemente expulsa da superfície da nadadeira no momento flexor, alguns fabricantes optaram por dar nervuras às palas. Além de escoarem a água, têm ainda a finalidade de travar o deslocamento lateral da nadadeira. Normalmente, as nervuras em baixo-relevo são mais acentuadas no último terço da extremidade da pala. As nervuras em alto relevo são mais evidentes no segundo terço (meio). A complementar estas últimas nervuras, os fabricantes adicionaram as longarinas laterais em borracha. O desenho da pala na sua extremidade - redonda, em rabo de andorinha, etc. e, caso estas tenham o mesmo tamanho e a mesma área serve apenas para diferenciar as marcas. Hoje em dia, a variedade de palas disponíveis no mercado levanta a segunda grande dœvida ao comprador. De um modo geral pode-se sintetizar este assunto em dois três pontos. Claro que podem haver praticantes que optem por ter palas que, à primeira vista, não são as mais adequadas para o tipo de mergulho que vão fazer. Mas se as utilizam e estão informados sobre o assunto é porque estão bem com as respectivas nadadeiras, e não há nada melhor do que estar bem com o equipamento que se utiliza.

- Palas duras são para caçar fundo e dadas a curtas deslocações.
- Palas mais flexíveis são para grandes percursos à superfície e para mergulhos baixos. Para um bom desempenho -15 m (máx.)


Ha marcas que tem várias durezas, outras apenas uma. Nas opções mais variadas é fundamental saber as características de cada pala e qual o seu fim mais adequado. Normalmente as marcas que têm mais do que uma pala, têm cores diferentes.
Embora as nadadeiras com palas de fibra de carbono já sejam mais acessíveis ao consumidor, normalmente estas palas são para utilizar em mergulhos profundos. São palas que exigem mais cuidados no seu manuseamento, nomeadamente, nos toques nas pedras com a parte lateral.

1 - Zona onde deve ser observada maior rigidez do "pé".

2 - Zona mais macia do "pé". Deve ser confortável.

3 - Longarinas para dar rigidez à pala, encaminhamento da água e estabilidade no movimento.

4 - Nervuras para dar estabilidade à pala.

5 - O desenho da zona terminal serve essencialmente para identificar a marca.

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